Ficha Técnica do Projeto


O Desafio Técnico

Insuficiência Hidrológica

O Rio Tinto não dispunha de capacidade de autodepuração e regeneração natural suficiente para acomodar os caudais recebidos.

Impacto Ambiental Urgente

Necessidade premente de despoluição e melhoria da qualidade da água através do desvio e encaminhamento correto de efluentes.

Integração Urbana Complexa

Desafio de intervencionar e reabilitar o ecossistema fluvial inserido numa malha urbana densamente consolidada.


A Solução

Redirecionamento de Caudais

Encaminhamento estratégico dos efluentes tratados das ETAR de Rio Tinto e do Freixo diretamente para o Rio Douro.

Infraestrutura Hidráulica Avançada

Dimensionamento e instalação de um sistema de drenagem robusto com diâmetros de DN800, DN1000 e DN1400, estendendo-se por 4,0 km, além da reabilitação do intercetor DN800 existente.

Engenharia Natural e Paisagística

Reabilitação integral do leito e das margens recorrendo a técnicas de engenharia natural, culminando na criação de um parque urbano linear para usufruto da comunidade.


Indicadores de Sucesso & Impacto

De sistema de drenagem de alta precisão executado.

Diâmetro máximo das condutas de drenagem implementadas.

Reabilitação ecológica com técnicas de engenharia natural.


Memória Descritiva e Impacto Comunitário

O projeto do Intercetor do Rio Tinto assume-se como uma das obras de engenharia hidráulica e sanitária mais relevantes da região, eliminando de forma definitiva o stress ambiental causado pelo desaguamento direto de efluentes no leito do rio. Ao desviar estes caudais para o Rio Douro e promover a renaturalização das margens, a Hidrofunção não só solucionou um problema de saúde e engenharia pública, como devolveu um corredor verde e paisagístico de elevado valor biológico às populações de Gondomar e do Porto.